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SEJA FERA,
SEJA ANGLO!

Conhecimento não é apenas reproduzir o que é aprendido em sala de aula, mas compreender e exercitar o aprendizado. Amizades, amadurecimento, conteúdo e apoio são a base do nosso ensino, formando assim, cidadãos críticos e capacitados para serem transformadores de sua própria vida e da sociedade em que vivem.

Da Educação Infantil ao Pré-Vestibular, o Anglo oferece todo o suporte em cada fase da vida dos alunos, para que o desenvolvimento de suas habilidades seja natural e constante.

O MELHOR PARA CADA FASE DO ALUNO,
POR QUEM ENTENDE DE EDUCAÇÃO!

Nossa proposta educacional se fundamenta na construção do conhecimento, na formação empreendedora e no desenvolvimento da autonomia intelectual e moral, alicerçados no aprender a ser, a conviver, a fazer e a aprender, sob valores humanizadores sustentados pela ÉTICA, em toda a Educação Básica, no Ensino Fundamental e Ensino Médio inovando sempre através dos conhecimentos da neuroeducação e das tecnologias a favor da formação intelectual do estudante.

SOLUÇÕES PEDAGÓGICAS

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Últimos artigos.

Educação financeira nas escolas e formação para a vida

A forma como crianças e adolescentes aprendem a lidar com dinheiro determina grande parte de suas escolhas futuras. A educação financeira nas escolas representa ferramenta essencial para formar cidadãos capazes de tomar decisões conscientes, planejar objetivos e compreender o impacto de suas escolhas individuais e coletivas. Esse conhecimento ultrapassa cálculos matemáticos e se conecta diretamente com autonomia, responsabilidade e equilíbrio emocional. Crianças aprendem observando comportamentos antes mesmo de compreenderem conceitos abstratos. Um adulto que planeja compras, evita desperdícios e conversa abertamente sobre dinheiro transmite lições mais eficazes do que qualquer explicação teórica. Quando uma criança participa de pequenas decisões cotidianas — como escolher entre duas opções de lanche ou compreender por que determinada compra precisa esperar — ela começa a construir noções de prioridade, planejamento e paciência. Essas experiências práticas ajudam a internalizar que o dinheiro tem valor, limites e propósito. A participação em situações reais, como ir ao supermercado ou planejar uma pequena festa, permite que a criança associe conceitos financeiros ao seu universo cotidiano, tornando o aprendizado natural e significativo. Quando e como introduzir conceitos financeiros A educação financeira pode começar logo que a criança desenvolve noções básicas de troca e valor, geralmente entre três e cinco anos. Nessa fase, ela consegue entender que comprar algo exige uma contrapartida e que o dinheiro não é ilimitado. A introdução deve ser leve e prática, associada a situações familiares. Entre seis e nove anos, já é possível ensinar sobre mesada, poupando parte do dinheiro para objetivos específicos e distinguindo desejos de necessidades. A partir dos dez anos, temas como orçamento familiar, consumo consciente e até juros podem ser apresentados de forma simples, sempre conectados ao dia a dia. O aprendizado deve acompanhar o desenvolvimento da criança, sem imposições ou pressa. Mesada como ferramenta educativa A mesada pode ser instrumento valioso quando usada com propósito. Ela ajuda a criança a experimentar a responsabilidade de administrar um valor fixo, planejar gastos e lidar com consequências de escolhas precipitadas.O ideal é definir um valor compatível com a realidade familiar e deixar claro o que deve ser custeado com esse dinheiro. "Quando trabalhamos educação financeira de forma integrada ao cotidiano escolar, percebemos que os estudantes desenvolvem não apenas habilidades matemáticas, mas também senso crítico e responsabilidade social", afirma Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba. Se a criança gasta tudo em poucos dias, perceberá a necessidade de planejar melhor no mês seguinte. Esse aprendizado prático é muito mais eficaz do que apenas ouvir conselhos. Com o tempo, pode-se introduzir o conceito de dividir o dinheiro em partes: uma para gastar, outra para guardar e uma terceira para doar. Essa divisão ajuda a compreender não só gestão financeira, mas também importância da solidariedade. Base Nacional Comum Curricular e formação cidadã A escola é espaço essencial para complementar o aprendizado financeiro iniciado em casa. O tema faz parte da Base Nacional Comum Curricular, que reconhece a importância de desenvolver competências relacionadas ao uso consciente do dinheiro, ao consumo responsável e à compreensão do sistema econômico. Trabalhar o tema em sala de aula envolve ética, cidadania, empatia e sustentabilidade. Quando alunos discutem, por exemplo, o impacto das compras por impulso ou as consequências do endividamento, começam a compreender a dimensão social das decisões financeiras. Aprendem que cada escolha tem reflexos individuais e coletivos, e que o equilíbrio entre desejo e necessidade é fundamental para viver de forma saudável. Projetos práticos, como feiras de trocas, simulações de orçamento familiar ou atividades de empreendedorismo escolar, são estratégias eficazes para consolidar esse aprendizado. Elas permitem que o aluno vivencie situações reais, entenda como planejar, calcular custos e pensar de forma estratégica. Família como parceira na construção de hábitos O comportamento familiar é determinante na formação de hábitos financeiros. Conversar sobre dinheiro sem tabu, mostrar como funcionam as contas da casa e incluir as crianças em pequenas decisões estimula o senso de pertencimento e responsabilidade. Pequenos gestos fazem diferença: pedir ajuda para comparar preços, planejar juntos uma viagem, conversar sobre economias para um objetivo comum. Quando a criança entende que o orçamento familiar é limitado e que cada gasto precisa ser pensado, ela aprende a valorizar o esforço e a reconhecer prioridades. Essa participação desperta o senso crítico e a autonomia. Ao crescer com essa mentalidade, o adolescente tende a ser mais responsável com o próprio dinheiro, evitando dívidas e tomando decisões conscientes. Desenvolvimento de responsabilidade e autonomia A educação financeira está diretamente ligada ao desenvolvimento de valores como responsabilidade e autonomia. Quando a criança percebe que o dinheiro não surge do nada e que é preciso esforço para conquistá-lo, passa a valorizar o trabalho e as conquistas pessoais. Aprende também a lidar com frustrações. Ouvir "não" e entender por que nem tudo pode ser comprado é parte importante do processo. Essa compreensão ajuda a desenvolver autocontrole, paciência e capacidade de adiar recompensas — competências que ultrapassam o campo financeiro e se refletem na vida escolar, social e emocional. Ao perceber que é capaz de administrar recursos, fazer escolhas e alcançar metas, a criança sente-se mais confiante e segura. Esse senso de competência é essencial para a formação de um adulto equilibrado e preparado para lidar com desafios. Consumo consciente e sustentabilidade Aprender a consumir de forma responsável envolve entender que recursos são limitados, que o desperdício tem impacto ambiental e que o consumo desenfreado gera consequências. Ao refletir sobre o que realmente é necessário e o que é apenas desejo momentâneo, as crianças desenvolvem senso crítico e aprendem a fazer escolhas mais conscientes. Essa mentalidade ajuda a formar cidadãos comprometidos não só com o próprio bem-estar, mas também com o coletivo e com o planeta. A escola pode explorar esse tema em projetos interdisciplinares, relacionando economia, meio ambiente e responsabilidade social. O resultado é uma formação mais completa, que prepara o aluno para ser um agente transformador em sua comunidade. Tecnologia e segurança digital Com o avanço da tecnologia, a relação das novas gerações com o dinheiro mudou. Crianças e adolescentes têm acesso a cartões digitais, aplicativos bancários e meios de pagamento online. Por isso, a educação financeira também precisa abordar segurança digital. Ensinar o uso responsável dessas ferramentas é essencial para evitar golpes e endividamentos. É importante explicar o funcionamento das transações eletrônicas, o valor simbólico do dinheiro digital e os riscos de compartilhar dados pessoais. Ao mesmo tempo, a tecnologia pode ser aliada no aprendizado. Jogos educativos, simuladores de finanças e aplicativos de controle de gastos ajudam os jovens a compreender o impacto de suas escolhas de forma lúdica. Adolescência e planejamento de futuro Na adolescência, o aprendizado financeiro deve ganhar profundidade. É o momento de introduzir temas como planejamento de médio e longo prazo, investimentos, juros e endividamento. Também é a fase ideal para falar sobre o valor do trabalho e o custo das escolhas. Os jovens podem ser incentivados a planejar objetivos concretos e a organizar um orçamento para alcançá-los. Esse exercício desenvolve disciplina e visão de futuro. Quando o adolescente entende que o dinheiro é consequência do esforço e da organização, ele se torna mais preparado para as responsabilidades da vida adulta. Transformação social através da educação A inserção da educação financeira nas escolas tem potencial transformador. Ela não apenas transmite informações, mas forma cidadãos críticos e conscientes. Em um país onde o endividamento das famílias é alto, ensinar jovens a lidar com o dinheiro de forma responsável é uma forma de construir um futuro mais estável e sustentável. O conhecimento sobre finanças pessoais é também ferramenta de inclusão social, pois oferece oportunidades de crescimento e reduz desigualdades. A escola, nesse contexto, cumpre seu papel essencial: preparar pessoas para viver bem em sociedade, fortalecendo o senso de cidadania e responsabilidade. Para saber mais sobre educação financeira, visite https://www.serasa.com.br/blog/educacao-financeira-para-filhos/ e https://leiturinha.com.br/blog/dicas-para-falar-de-educacao-financeira/?srsltid=AfmBOoqU5Pg6lH5hN4yaQHfRzmtxgSS7T5uBq964bGmkCMOwZAi6priA  


Data: 11/02/2026

Anglo Sorocaba: tempo de qualidade, tecnologia, escola e família

A tecnologia faz parte da rotina das famílias e da escola. A presença online é uma realidade, mas ela não pode substituir a presença física, o diálogo e as relações humanas. Por isso, o Colégio Anglo Sorocaba reforça a importância do tempo de qualidade e da parceria para a formação integral das crianças e dos adolescentes. “Uma criança não precisa de adultos perfeitos, precisa de adultos emocionalmente disponíveis. O apego seguro não nasce do controle, nasce da presença”. Essa fala do psicólogo e educador em Educação Parental, Rafa Guerrero, é a mensagem que o Colégio Anglo Sorocaba reforça às famílias de todos os alunos, explica a diretora geral Carol Lyra. O colégio entende essa realidade e trabalha para que a tecnologia seja usada como aliada do aprendizado, nunca como substituta das relações humanas. Em um mundo cada vez mais conectado, o maior desafio é garantir tempo de qualidade, presença verdadeira e vínculos fortes — tanto em casa quanto na escola. Educ. Digital obrigatória em 2026 | Colégio Anglo Sorocaba O comportamento dos adultos influencia diretamente a forma como crianças e adolescentes se relacionam com a tecnologia, com as pessoas e com o mundo ao seu redor.   Quando estamos juntos, mas não estamos presentes É cada vez mais comum ver famílias sentadas à mesma mesa, no mesmo sofá ou na mesma sala, mas cada uma mergulhada em seu próprio celular. Mesmo fisicamente próximas, muitas vezes as pessoas estão emocionalmente distantes. Essa indisponibilidade silenciosa faz falta, especialmente para as crianças, que aprendem sobre atenção, escuta e afeto a partir do comportamento dos adultos. O tempo de qualidade não depende da quantidade de horas, mas da presença real. Um momento curto, mas com atenção, conversa e troca, vale mais do que longos períodos divididos entre notificações e telas. Quando os pais estão disponíveis de verdade, as crianças se sentem vistas, seguras e pertencentes. Tecnologia que humaniza | Colégio Anglo Sorocaba O Colégio Anglo Sorocaba reforça que esse mesmo princípio vale para o ambiente escolar. Assim como em casa, na escola são criados espaços de convivência, diálogo e interação, nos quais os alunos se sentem acolhidos e conectados uns aos outros. Essa é a base de uma tecnologia que humaniza, princípio presente no projeto pedagógico do colégio.   Ferramenta educativa O Anglo Sorocaba utiliza recursos digitais, aplicativos educacionais, plataformas de pesquisa e metodologias ativas que colocam o aluno no centro do aprendizado. Nesse contexto, o celular pode ser uma ferramenta pedagógica poderosa quando usado com propósito, orientação e intencionalidade. A escola também investe no uso responsável da inteligência artificial no colégio, sempre a serviço da aprendizagem. IA no colégio | Colégio Anglo Sorocaba “O colégio é antenado e segue o que há de melhor em educação digital e midiática, mas vale destacar o quanto nos preocupamos com isso. Adotamos uma postura clara em relação ao uso de celulares, proibindo o uso pelos alunos mais velhos e tornando o aparelho apenas uma ferramenta pedagógica, de pesquisa e de uso de aplicativos em aulas com metodologias ativas. Essa escolha existe justamente para estimular a interação entre colegas, as conversas presenciais e as brincadeiras”, explica a diretora Carol Lyra. Assim, a escola é, antes de tudo, um espaço de relações humanas. Durante os intervalos, o contato olho no olho, a troca de ideias, o riso compartilhado e até os pequenos conflitos fazem parte do aprendizado social. É nesses momentos que os alunos desenvolvem empatia e habilidades de comunicação.   Educação digital e o valor das relações humanas Quanto mais avançada a tecnologia, mais valiosas se tornam as relações humanas. Competências como escuta, colaboração, pensamento crítico e respeito ao outro não podem ser substituídas por nenhuma ferramenta digital. Por isso, o Anglo Sorocaba investe ensinando os alunos a usarem a tecnologia com responsabilidade, consciência e equilíbrio. O objetivo não é proibir por proibir, mas orientar, dialogar e formar cidadãos capazes de fazer escolhas saudáveis no uso das telas. Esse trabalho se fortalece quando caminha junto com as famílias. Quando pais e responsáveis refletem sobre o próprio uso do celular em casa, enviam uma mensagem poderosa aos filhos. Limitar o uso das telas durante as refeições, reservar momentos de conversa sem distrações e demonstrar interesse genuíno pela rotina das crianças são atitudes simples, mas transformadoras.   Parceria pelo tempo de qualidade O Colégio Anglo Sorocaba acredita que educar é um trabalho conjunto. A escola orienta, propõe limites e cria ambientes de convivência saudáveis. A família reforça esses valores em casa, com exemplo, diálogo e presença. Juntos, escola e pais ajudam crianças e adolescentes a encontrarem equilíbrio em um mundo cada vez mais digital. Em um cenário hiperconectado, o Anglo Sorocaba reafirma um valor essencial e atemporal: nada substitui a presença, o cuidado e as relações humanas.  


Data: 09/02/2026

Feedback na escola: como a devolutiva acelera a aprendizagem

Quanto mais cedo a devolutiva chega após a realização de uma tarefa, maior a chance de o estudante conectar a orientação ao que acabou de fazer. Esse princípio básico do feedback explica por que tantos pesquisadores de educação o consideram uma das estratégias mais decisivas no processo de ensino-aprendizagem. Não se trata, porém, de comentários genéricos no final de uma atividade. Feedback eficaz é claro, específico e vinculado aos critérios que foram definidos para aquela tarefa. Devolutivas que chegam muito depois, sem possibilidade de reescrita ou ajuste, perdem grande parte do seu valor pedagógico. O estudante já não se lembra das escolhas que fez, das dificuldades que enfrentou ou dos raciocínios que tentou. Em produções mais extensas, como textos ou projetos, uma estratégia que funciona bem é combinar critérios discutidos antes da tarefa, comentários durante o processo e uma devolutiva mais completa ao final. Assim, o aluno recebe orientação em diferentes pontos da trajetória, sem ter que esperar até o fim para saber onde errou ou como melhorar. Professores frequentemente apontam a falta de tempo como principal obstáculo para dar devolutivas detalhadas. Uma saída prática é focar comentários no aspecto mais relevante de cada atividade, alternando esse foco ao longo do semestre. Dessa forma, ao final de um período, o estudante terá recebido orientações sobre diferentes dimensões do seu trabalho, sem que o professor precise comentar tudo de uma vez. Feedback entre colegas e autoavaliação Trocas estruturadas entre estudantes também contribuem para esse processo. Quando há critérios claros e um ambiente de respeito, os alunos aprendem a observar soluções diferentes, a refinar seus próprios argumentos e a ampliar seu repertório de estratégias. A autoavaliação, por sua vez, ensina o estudante a identificar evidências do próprio trabalho, a reconhecer limites e a planejar próximos passos sem depender exclusivamente da devolutiva do professor. Carol Lyra, diretora geral do Colégio Anglo Sorocaba, destaca que o feedback cumpre um papel central quando transforma o erro em oportunidade. "Não é sobre julgar o aluno, mas sobre criar condições para que ele avance com clareza", afirma Carol. O clima da sala e a linguagem que importa A forma como a devolutiva é comunicada interfere diretamente no que o estudante escuta e como ele reage. Comentários que reconhecem o esforço, contextualizam as dificuldades e apresentam alternativas concretas mobilizam o aluno para tentar de novo. O contrário também vale: devolutivas vagas, irônicas ou focadas na pessoa — e não no trabalho — tendem a gerar defensividade e desengajamento. Preservar a privacidade em questões sensíveis e manter a crítica no campo da atividade, nunca da pessoa, são condições básicas para que o feedback funcione. Esse cuidado com a linguagem não significa suavizar os padrões. Exigência e acolhimento podem coexistir, desde que o estudante perceba que está sendo acompanhado, não julgado. Motivação, notas e o que realmente importa Estudantes que percebem avanço concreto — mesmo que incremental — tendem a persistir mais. Esse ciclo de esforço seguido de progresso visível alimenta a chamada motivação intrínseca, que a literatura educacional associa a maior persistência e a estratégias de estudo mais eficazes. O feedback de qualidade contribui justamente para essa percepção, ao destacar o que foi bem executado e ao indicar caminhos claros para melhorar. Sistemas educacionais exigem notas, e elas cumprem uma função comunicativa importante. O risco aparece quando o número se torna o único horizonte do estudante. Quando há espaço para devolutivas ao longo do caminho, com critérios transparentes e possibilidade de reescrita, o foco da sala tende a se manter na aprendizagem, mesmo com nota no final. Instituições que experimentaram ampliar o feedback formativo observaram menor ansiedade por pontuações e maior colaboração entre colegas. O que o professor faz antes, durante e depois A qualidade do feedback tem raízes no planejamento. Antes da atividade, explicitar objetivos em linguagem simples e compartilhar critérios com exemplos que mostrem níveis diferentes de desempenho prepara o estudante para saber o que será observado. Durante a execução, o professor observa estratégias, faz perguntas que estimulam o pensamento e colhe evidências que serão usadas na devolutiva posterior. Depois do feedback, o espaço mais importante é o da reescrita. Reservar momentos para que o aluno aplique as orientações, revise e tente de novo fecha o ciclo de melhoria. Carol Lyra reforça esse ponto: "O feedback só funciona de verdade quando há tempo e espaço para agir a partir dele." O estudante que consegue explicar o que aprendeu, o que ainda precisa melhorar e como pretende fazer isso já internalizou o que a devolutiva propõe. Esse encadeamento — critérios claros, tentativa, feedback pontual, reescrita e reflexão — transforma a sala de aula em um ambiente de ajuste constante, onde a aprendizagem se acumula de forma real e perceptível.   Para saber mais sobre feedback, visite https://cirandadelivro.com.br/a-importancia-do-feedback-constante-para-o-desenvolvimento-dos-alunos/ e https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/01/06/o-que-motiva-as-criancas-a-aprenderem-e-o-que-nao-funciona.ghtml  


Data: 06/02/2026